Popular Products
Popular Products
O cantor Léo Menezes utilizou seu perfil pessoal na rede social Instagram para anunciar o seu desligamento da Banda Líbanos. No comunicado o...
A cantora Nira Duarte não integra mais os vocais da Companhia do Calypso, o anúncio foi feito pela própria artista através do seu perfil pes...
Nesta época do ano, as festas juninas tomam conta do Nordeste do país. A celebração, nascida do encontro entre tradições pagãs, cristãs e in...
Em meio a tanto entra e sai de vocalistas em diversas bandas de forró, são raros os grupos que conseguem manter fixo seu time de frente. E n...
Iohannes lança seu novos trabalho recheado de novidades... o cd tem a participação do cantor Israel Novaes. Para quem quiser conferir: http...
Mais um jovem jogador de Juazeiro vai mostrar seu futebol fora da região, nesse caso, bem longe, na Alemanha. Diego Rafael Gomes, de 23 anos...
Fortaleza - Na semana em que a socialite Kim Kardashian e as cantoras Beyoncé e Jennifer Lopez se destacaram no tapete vermelho do baile de ...
Novo tratamento pode acabar com a dependência de aplicações contínuas de insulina (Foto: Globo) Como a doença é autoimune e ataca o organism...
Miley Cyrus revelou que não teve apenas relacionamentos "heterossexuais" em seu passado, mas se negou a dar mais detalhes sobre o ...
Recent Products
Bandidos explodem máquina de autoatendimento no Banco do Brasil da Avenida da Integração
R$ 15,00
A agência do Banco do Brasil localizada na Avenida da Integração, em Petrolina, foi alvo de uma tentativa de roubo na madrugada deste domingo (10).
A agência do Banco do Brasil localizada na Avenida da Integração, em Petrolina, foi alvo de uma tentativa de roubo na madrugada deste domingo (10).
Na ação, os bandidos chegaram a explodir uma das máquinas de autoatendimento, causando estragos em parte do teto. Uma das vidraças também foi atingida pelo impacto da explosão e ficou estilhaçada.
A agência foi interditada logo no início da manhã de hoje e os serviços de autoatendimento foram temporariamente suspensos. No local, além das marcas da explosão, foi encontrada uma lata de cerveja.
Uma equipe da Polícia Civil já esteve no local e deve investigar o fato. Um funcionário do banco, que não tinha autorização para conceder entrevistas, contou a este Blog, reservadamente, que os bandidos não conseguiram ter acesso à parte da máquina onde fica o dinheiro. “Provavelmente eram amadores”, afirmou.
Tentativa de Roubo em Petrolina-PE, Explodiram caixa em Petrolina,
Tentativa de Roubo em Petrolina-PE, Explodiram caixa em Petrolina,
Léo Menezes anuncia desligamento da Banda Líbanos
O cantor Léo Menezes utilizou seu perfil pessoal na rede social Instagram para anunciar o seu desligamento da Banda Líbanos.
No comunicado o cantor deixa em dúvida se a sua saída é temporária ou definitiva neste trecho: "Afastamento por enquanto temporário".
Em outro momento Léo agradece os 11 anos de dedicação à banda, os seus fãs, patroa e companheiros de trabalho.
Acompanhem na íntegra a nota divulgada por Léo:
Por: Alcides Santos Via: Diario do Forró
Pesquisadores da USP testam novo tratamento para cura da diabetes
![]() |
| Novo tratamento pode acabar com a dependência de aplicações contínuas de insulina (Foto: Globo) |
Como a doença é autoimune e ataca o organismo dos pacientes, médicos usam a quimioterapia para renovar o sistema imunológico
Você tem diabetes ou conhece alguém que tenha? No mundo inteiro, são mais de 387 milhões de pessoas com a doença e esse número deve subir para 592 milhões até 2035. No Brasil, já são quase 14 milhões de pessoas. A boa notícia é que um grupo de pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) está desenvolvendo um tratamento que pode melhorar a vida de quem tem a doença. É o caso de Humberto Guimarães, que sofre com a doença desde os 17 anos. Com a glicose muito elevada, ele já não enxergava direito. Há vários tipos de diabetes, no caso de Humberto, que tem o tipo 1, o corpo diminui a produção de insulina, responsável pelo controle do açúcar no sangue. O jovem se acostumou a carregar consigo doses de insulina em uma bolsa térmica ou em uma caixinha de isopor porque o material tem que ser refrigerado (Confira o vídeo abaixo).
A diabetes tipo 1 é autoimune, ou seja, o próprio organismo ataca as células que produzem insulina e é essa falha no sistema imunológico que os pesquisadores da USP tentam resolver. Há 12 anos o grupo iniciou uma pesquisa para tratar a diabetes com transplante de células tronco.
— Nossa ideia foi desligar o sistema imunológico do paciente, igual a gente faz com o computador da gente em casa quando trava. A gente faz isso usando quimioterapia — explica o endocrinologista Carlos Eduardo Couri.
Depois da quimioterapia, o paciente recebe células-tronco da própria medula óssea. As células-tronco podem se transformar em todos os tipos de células que formam os tecidos do corpo. Dessa forma, é como se o sistema imunológico do paciente tivesse oportunidade de nascer de novo, sem atacar o próprio organismo. A maior parte dos pacientes que fez o tratamento passou um tempo sem precisar usar insulina, mas a doença voltou a se manifestar, por isso os pesquisadores estão aprimorando o tratamento para que, no futuro, ele possa ser adotado nos hospitais.
Humberto foi um dos pacientes que fez o tratamento da USP e teve bons resultados. Ele aposentou a seringa de insulina e não teve mais sinais de diabetes. O jovem passou 21 dias internado, isolado, e chegou a perder os cabelos e os pelos do corpo por conta da quimioterapia.
— Logo que saí do hospital, o trauma tinha sido grande. Tomava cerca de 15 a 20 comprimidos por dia, por conta da imunidade baixa, falei para minha mãe que, se tivesse que passar por tudo aquilo de novo, para ficar sem insulina, eu faria — ressalta.
Atualmente o jovem tem uma rotina de exercícios e sempre controla o nível de açúcar no sangue. Outra recomendação do médico é cuidar do nível de stress.
Tem dúvidas sobre a reportagem? Quer mandar sugestões ou elogios? Entre em contato através do https://falecomaredeglobo.globo.com/
Fonte: G1
Fonte: G1
Transparências em alta em semana de moda de Fortaleza
Fortaleza - Na semana em que a socialite Kim Kardashian e as cantoras Beyoncé e Jennifer Lopez se destacaram no tapete vermelho do baile de gala beneficente do MET (Metropolitan Museum de Nova York) por conta de roupas que deixavam muita pele à mostra, os estilistas do Dragão Fashion — semana de moda cearense, que acontece até domingo em Fortaleza — provaram que não é só lá fora que o quase nu está em alta.
Em sua 16ª edição, o projeto, que é idealizado por Claudio Silveira e busca dar oportunidade a novos estilistas e reverenciar figuras já conhecidas, trouxe como tema ‘Mãos à Obra, Mãos à Moda’. Nas passarelas, que agora estão em novo endereço, o Porto do Mucuripe, o que se viu foi um show de sensualidade e decotes. O evento também deixou claro que a transparência segue firme pela próxima temporada. As grifes da noite de abertura, na quinta-feira, foram André Sampaio, Aládio Marques, Cristina Crawford, Lino Villaventura, Almerinda Maria, João Paulo Guedes e ASAP.
O cearense André Sampaio recorreu ao seu álbum de família para construir uma coleção que mescla a mulher sexy com a romântica. “A mulher de 2015 está satisfeita em ser ela mesma. Dar voz aos seus desejos sem se preocupar com julgamentos. Em um momento, ela pode apostar na leveza do tule e na descontração do jeans, e, em outro, brincar com o poder das peças geométricas que revelam partes do corpo”, explica o estilista.
Já o baiano Aládio Marques se inspirou em desenhos do biólogo Ernst Haeckel para criar looks com o balanço e a leveza das algas marinhas. Para ele, algumas peças têm muito a ver com as cariocas. “A mulher do Rio me lembra a garota da Bahia. As duas gostam muito de cor, transparência e de roupas mais justas, para evidenciar as curvas. Acho que, da minha coleção, as peças com tela seriam as escolhidas por elas. Claro que teria que ter uma sobreposição, para ninguém sair mostrando os seios pelas ruas”, brinca.
Estreando no Dragão Fashion, a paulista Cristina Crawford deu um tom invernal para suas roupas, apostando em trajes escuros, couro e franjas, mas também abusou da sensualidade. “Vejo a mulher de uma forma muito feminina e acredito que é possível mostrar um pouco mais sem perder a elegância”, diz ela.
Fechando a noite, Lino Villaventura provou que transparência e pedrarias caminham de mãos dadas. “Gosto desse momento da moda em que temos mais liberdade para brincar. E eu adoro montar peças que mesclam a tela com o brilho, principalmente o cristal. Até porque ele enobrece a produção”, finaliza o paraense.
Fonte: IG
É tempo de São João
Nesta época do ano, as festas juninas tomam conta do Nordeste do país. A celebração, nascida do encontro entre tradições pagãs, cristãs e indígenas, é uma das mais originais expressões da cultura popular brasileira
O termo “festa junina” está associado a tradições de países cristãos europeus que prestam homenagem a São João no dia 24 de junho. Originalmente, o evento era uma festa pagã que comemorava a chegada do solstício de verão no Hemisfério Norte. Transportada para o Hemisfério Sul, a data foi associada ao solstício de inverno. Com a evangelização da Europa, na Idade Média o ritual pagão foi incorporado ao calendário cristão. O 24 de junho passou a comemorar o nascimento de São João Batista. Logo, outras datas do mês foram associadas a santos populares: o dia 13 é dedicado a Santo Antônio; o dia 29, a São Pedro e São Paulo; e o dia 30 homenageia São Marçal. A mistura entre festas cristãs de santos e folguedos pagãos recriam até hoje novas práticas culturais.
O termo “festa junina” está associado a tradições de países cristãos europeus que prestam homenagem a São João no dia 24 de junho. Originalmente, o evento era uma festa pagã que comemorava a chegada do solstício de verão no Hemisfério Norte. Transportada para o Hemisfério Sul, a data foi associada ao solstício de inverno. Com a evangelização da Europa, na Idade Média o ritual pagão foi incorporado ao calendário cristão. O 24 de junho passou a comemorar o nascimento de São João Batista. Logo, outras datas do mês foram associadas a santos populares: o dia 13 é dedicado a Santo Antônio; o dia 29, a São Pedro e São Paulo; e o dia 30 homenageia São Marçal. A mistura entre festas cristãs de santos e folguedos pagãos recriam até hoje novas práticas culturais.
Os rituais trazidos principalmente por portugueses, mas também por espanhóis, holandeses e franceses, deram origem a diversos tipos de celebrações nas diferentes regiões do país. A miscigenação étnica entre índios, africanos e europeus fez brotar no país uma série de belas expressões artísticas, como cantorias de viola e cordéis; emboladas de coco e cirandas; xote, xaxado e baião, sem falar nas quadrilhas e forrós.
Um dos grandes símbolos das festas juninas é a fogueira de São João. Segundo a tradição católica, ela surgiu na noite do nascimento do santo, quando sua mãe, Isabel, teria mandado acender uma fogueira nas montanhas da Judeia para anunciar a chegada do filho ao mundo. Outros vão dizer que o costume foi introduzido pelos primeiros cristãos, que acendiam fogueiras na festa de São João para lembrar que foi ele quem anunciou a vinda de Cristo, o símbolo da luz divina. Reza a tradição que a fogueira de São João deve ter a forma de uma pirâmide com a base arredondada.
Os versos da música O balão vai subindo, de domínio público, registram a sobrevivência desse costume nas festas juninas brasileiras: “São João, São João, acende a fogueira no meu coração”. A canção faz referência também à prática de soltar balões para sinalizar o início das festas, hoje proibida devido aos riscos de incêndio. Outra tradição associada às chamas é soltar pequenos explosivos e fogos de artifício para acordar o santo dorminhoco, como cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, espadas de fogo, chilene, cordão, cabeção de negro, traque e cobrinha.
Os padres jesuítas trouxeram a tradição de São João para o Nordeste brasileiro, e os índios, que já adoravam dançar ao pé do fogo, aprovaram. As brasas da fogueira são um exemplo dessas tradições: assim que se apagam, devem ser guardadas. Conservam, desse modo, um poder de talismã que garante uma vida longa a quem segue o ritual. Talvez por isso algumas superstições dizem que faz mal brincar com fogo, urinar ou cuspir nas brasas ou arrumar a fogueira com os pés.
Um dos grandes símbolos das festas juninas é a fogueira de São João. Segundo a tradição católica, ela surgiu na noite do nascimento do santo, quando sua mãe, Isabel, teria mandado acender uma fogueira nas montanhas da Judeia para anunciar a chegada do filho ao mundo. Outros vão dizer que o costume foi introduzido pelos primeiros cristãos, que acendiam fogueiras na festa de São João para lembrar que foi ele quem anunciou a vinda de Cristo, o símbolo da luz divina. Reza a tradição que a fogueira de São João deve ter a forma de uma pirâmide com a base arredondada.
Os versos da música O balão vai subindo, de domínio público, registram a sobrevivência desse costume nas festas juninas brasileiras: “São João, São João, acende a fogueira no meu coração”. A canção faz referência também à prática de soltar balões para sinalizar o início das festas, hoje proibida devido aos riscos de incêndio. Outra tradição associada às chamas é soltar pequenos explosivos e fogos de artifício para acordar o santo dorminhoco, como cartucho, treme-terra, rojão, buscapé, espadas de fogo, chilene, cordão, cabeção de negro, traque e cobrinha.
Os padres jesuítas trouxeram a tradição de São João para o Nordeste brasileiro, e os índios, que já adoravam dançar ao pé do fogo, aprovaram. As brasas da fogueira são um exemplo dessas tradições: assim que se apagam, devem ser guardadas. Conservam, desse modo, um poder de talismã que garante uma vida longa a quem segue o ritual. Talvez por isso algumas superstições dizem que faz mal brincar com fogo, urinar ou cuspir nas brasas ou arrumar a fogueira com os pés.
| Museu de Belas Artes (Budapeste) / Pinacoteca de Brera / Coleção Particular |
| São João Batista, São Pedro e Santo Antonio (da esq. para a dir.) ícones cristãos foram associados a festas pagãs que já ocorriam em junho |
Outra tradição ligada às festas juninas são as adivinhações feitas em nome dos santos. As mais populares são as associadas a Santo Antônio, que ajudam na escolha do futuro pretendente, como enterrar uma faca virgem na bananeira para que o instrumento forme a letra inicial do nome do futuro noivo; colocar papeizinhos enrolados com nomes masculinos dentro da água e esperar que o primeiro se abra para apontar o nome do prometido; ou encher a boca de água e ficar atrás da porta, esperando que alguém diga o nome de um homem, revelando, assim, a identidade do futuro marido.
A distribuição de “pãezinhos de Santo Antônio”, realizada no dia 13 de junho nas igrejas católicas, e a dança de quadrilha, que acompanha a encenação do casamento matuto, também são associadas ao santo casamenteiro. O pão do santo é distribuído logo depois do Dia dos Namorados, que no Brasil é celebrado em 12 de junho. Segundo a tradição, as mulheres que querem se casar devem comê-lo e armazená-lo ao lado de outros mantimentos, para que nunca falte alimento na casa.
As quadrilhas acompanham a encenação do casamento do matuto, celebrado em meio a fogueira, fogos, noivo, noiva, pai da noiva, sacristão, juiz e delegado. Agitadas e cada vez mais coloridas, as quadrilhas podem se apresentar ao ar livre, em palanques ou arraiais. Trata-se de uma dança de salão de origem francesa na qual casais bailam ao som da sanfona e outros instrumentos tradicionais.
Os participantes obedecem a um marcador, que usa palavras afrancesadas para indicar o movimento que devem fazer. O “balancê” (#balancer#), por exemplo, indica o momento em que um casal apenas balança o corpo no ritmo da música, sem sair do lugar, só marcando o passo. A mistura do linguajar matuto com o francês deu origem ao “matutês”, com humor e sotaque do interior nordestino.
As moças desfilam vestidos estampados e cheios de babados para exibir bastante volume. A maquiagem é exagerada, com bochechas rosadas e batom forte; o cabelo é penteado com o tradicional rabo de cavalo, maria-chiquinha ou trancinhas. Os rapazes vestem-se com camisa xadrez, lenço no pescoço e calça comprida remendada com retalhos de pano colorido. O calçado pode ser alpercata de couro cru ou sapato fechado.
Na dança da quadrilha é preciso seguir os comandos “anavantur” (en avant tout) e “anarriê” (en derrière). Devem-se executar apenas os passos gritados pelo marcador: cumprimento às damas; cumprimento aos cavalheiros; damas e cavalheiros trocam de lado; trocam de dama, trocam de cavalheiro; grande passeio; caminho na roça; olha a cobra. Os tipos de passo dependem da criatividade de cada grupo. No c’est fini das apresentações os casais se despedem acenando ao público.
| Agência Enfoco / Divulgação |
| A banda de pífanos é uma das tradições da cidade de Caruaru |
A fogueira tá queimando
Em homenagem a São João
O forró já começou
Vamos gente, rapapé neste salão.
(...)
Traz a cachaça, Mané.
Eu quero vê, quero vê páia voar.
Em qualquer forró do Nordeste, chamar para o “rapapé” no salão significa convidar mais casais para dançar o arrasta-pé, alusão feita ao movimento dos pés arrastados no chão. Querer ver a “páia voar” é o mesmo que desejar assistir à dança esquentar ou o espaço ficar disputado no salão.
Os festejos juninos são realizados em um espaço próprio, o arraial, que é construído com madeira e palha de coqueiro ou palmeira e decorado com bandeirinhas de papel colorido e balões. Quando o arraial está reservado ao forró, o chão do terreiro é batido, e os casais dançam no interior de um galpão com aberturas nas laterais, que garantem a ventilação do lugar e servem para as pessoas espiarem os dançarinos.
O forrozeiro Cecéu “de Campina” perguntou: “Quem foi esse inteligente que inventou o forró?”. O folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo respondeu à pergunta: o nome forró deriva de forrobodó e foi trazido ao Brasil por escravos africanos que falavam línguas da família banto. Forró significa arrasta-pé, farra, confusão. Surge como festa para depois se transformar em gênero musical. É dançado juntinho e vem misturado a vários tipos de música nordestina (baião, coco, rojão, quadrilha, xaxado, xote), animado por pífano, zabumba, triângulo e pela popular “pé de bode” ou sanfona de oito baixos.
| Acervo Última Hora, Arquivo do Estado de São Paulo |
| Luiz Gonzaga ajudou a imortalizar a tradição junina em música e versos |
O sanfoneiro Luiz Gonzaga (1912-1989), pernambucano de Exu, foi o pioneiro na difusão do forró no eixo Rio-São Paulo, graças a canções como Forró de Mané Vito, Derramaro o gai eForró do quelemente, todas gravadas a partir de 1949, em parceria com Zé Dantas.
A entrada do forró no mercado sulista se deveu também ao talento do paraibano Jackson do Pandeiro (1919-1982), natural de Alagoa Grande. O famoso Forró em Limoeiro, parceria de 1953 com Edgar Ferreira, estourou nas rádios da época, e muitas de suas músicas foram regravadas por grandes nomes da música popular brasileira como Gal Costa, Alceu Valença, Elba Ramalho, Zeca Baleiro, Paralamas do Sucesso e O Rappa, entre outros. O maior de todos os tributos, no entanto, veio na forma da canção Jack soul brasileiro, gravada em 1999 por Lenine e Fernanda Abreu.
Assim como o forró, hoje as festas juninas fazem sucesso em todo o Brasil. No entanto, as maiores, mais concorridas e mais tradicionais estão no Nordeste. Afinal de contas, foi lá que as primeiras fogueiras de São João arderam na América portuguesa.
Nadja Carvalho é professora do programa de pós-graduação em comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e pesquisadora da cultura popular nordestina
| Divulgação |
| Abertura do São João de Campina Grande |
Campina Grande, a maior do mundo
A maior cidade do interior da Paraíba festeja o São João mais aloprado do mundo desde 1983 e disputa com Caruaru, em Pernambuco, o título de maior festa do gênero. As duas cidades gostam de mexer uma com a outra: qual das duas é a maior? Qual é a melhor? Quem deixa o brincante mais coió (cansado) com o forró pé de serra?Luiz Gonzaga largou no teclado da sanfona: “Lá no meu sertão pros caboclo lê têm que aprender outro ABC”. Os versos fazem alusão ao linguajar nordestino. O “paraibanês” mantém a sua língua afiada nas tradições. Por isso o povo de Campina Grande diz: o São João daqui é aloprado, arretado e arrochado, que só vendo pra crer.
Os festejos juninos duram os exatos 30 dias de junho. As quadrilhas e o casamento matuto são responsáveis por um espetáculo colorido de ritmo animado, cheio de coreografias que fazem rodopiar os babados dos vestidos.
É regra o noivo chegar amuado (chateado), querer bota boneco (discutir) e tentar fugir, mas o pai da noiva promete um bufete, umacipoada (murro, pancada forte), e o padre apressa o casório. A noiva costuma esconder a gravidez, sua mãe tem uma bilôla (sentir-se mal) e é amparada por uma marmota (pessoa desajeitada).
As 150 barracas formam um vilarejo. O pátio cenográfico reproduz uma pequena cidade de interior: igrejinha, casa de barro, bodega e cachaçaria. No interior da casa, o rádio na sala, a colcha de fuxico sobre a cama, alguns santos e retratos de família pendurados na parede. Os visitantes podem olhar de perto os objetos, ouvir o estalo da lenha no forno e sentir o cheiro do milho assando.
Agora aumenta o pitoco (volume do som) pra ouvir o forró Sebastiana, composto em 1953 por Rosil Cavalcanti, que tornou o primeiro grande sucesso de Jackson do Pandeiro:
Convidei a comadre Sebastiana
Pra dançar e xaxar na Paraíba
Ela veio com uma dança diferente
E pulava que só uma guariba
E gritava: a, e, i, o, u ipsilone.
Nessa pisada, o xén én én de Campina Grande vai até de madrugada.
Caruaru, a capital do forró
Caruaru está situada a 135 km de Recife, Pernambuco. O seu São João, na versão atual, acontece desde 1994. No Pátio Luiz Gonzaga é instalada a Vila do Forró, uma área cenográfica de 1.500 m² que abriga um arruado com casas coloridas, posto bancário, posto dos correios, prefeitura, igrejinha e mercearia. Personagens caricatos moram em casas espalhadas pelo vilarejo, como a da rainha do milho, a da rezadeira, a da parteira e a da rendeira.Na Vila do Forró os atores encenam o cotidiano da região com humor. Oxente! Surgem o padre e as beatas, a parteira, o soldado de polícia, o prefeito, o poeta. Coronel Ludugero e sua amada Filomena passeiam entre as pessoas. O tiro do bacamarte não pode faltar. Referência a grupos de atiradores que serviram na Guerra do Paraguai, as exibições acontecem desde o final do século XIX.
A bandinha de pífano é outra importante atração, imortalizada na obra do ceramista Mestre Vitalino. Pode-se visitar sua casa no Alto do Moura para comprar, ou apenas apreciar, réplicas de seus bonecos de barro. Nesse morro acontece um #furdunço#, os jovens organizam arrasta-pé com caixa de som, misturados a trios pé de serra ao vivo. Há várias opções de comida típica e cachaçarias.
A Terra dos Avelozes costuma promover atrações gigantescas. Bebidas e comidas enormes são servidas na festança: maior quentão; maior pipoca; maior pamonha; maior cuscuz; bolo de milho gigante; maior pé de moleque; maior arroz-doce; canjica gigante; maior xerém e tradicional cozido gigante.
Em 1989, surgiram as drilhas, resultado da mistura entre quadrilha e trio elétrico de Salvador. As pioneiras foram Gaydrilha (homem no traje de matuta) e Sapadrilha (mulher vestida de matuto). Apareceram outras: Piradrilha, Diversãodrilha, Turisdrilha, Trokadrilha, Brinkadrilha e Nova Drilha. É um tipo de forró no pé, como dizem seus brincantes, que comanda o trio na avenida.
Há ainda a maior fogueira de São João, feita com madeira ecológica, que é acesa no dia 28 de junho, em frente à igreja do Convento. Desse jeito, é de arrebentar a boca do balão!
por Nadja Carvalho / Via UOL
JOVEM JOGADOR DE JUAZEIRO ESTÁ NA ALEMANHA EM BUSCA DE UM SONHO
Mais um jovem jogador de Juazeiro vai mostrar seu futebol fora da região, nesse caso, bem longe, na Alemanha. Diego Rafael Gomes, de 23 anos, viajou em abril deste ano em busca de um sonho, ser jogador de futebol e vencer em terras germânicas.
Levado pelo seu empresário, Diego vai passar, inicialmente, um mês e meio na cidade de Dortmund, para que consiga se adaptar ao clima, fuso horário e ao estilo europeu de jogar futebol: “O que está pegando é o fuso horário, mas com o tempo isso vai melhorar, estou gostando muito” disse Diego à nossa equipe que ainda revelou: “Aqui é muito toque de bola”.
Assinar:
Comentários (Atom)
Pesquisar:
Labels
- Banda Líbanos
- Caferana Pop
- Companhia do Calypso
- Desejo de Menina
- Destaque
- Destaque Forró
- Destaque3
- Destaque4
- Diego Rafael Gomes
- Downloads Grátis
- Esporte
- Esporte na Bahia
- Esporte Regional
- Expovale
- Famosos
- Festas Juninas
- Fofoca
- Forró
- Forró do Imperador
- Fortaleza-CE
- Futebol
- Gatinha Manhosa
- Gisele Bündchen
- Iohannes
- Jornal Nacional
- Juazeiro-BA
- Lançamentos
- Moda
- Música
- Notícias
- Notícias Regionais
- Paparazzo
- Petrolina-PE
- Rede Globo
- Salvador-BA
- São João
- São João 2015
- Saúde
- Televisão
- Time Bahia
- Xuxa











